domingo, 12 de junho de 2011

Sweet Pickle Salad

Sweet Pickle Salad (1994)

Eclectic Rock
Psychedelic + Prog + Southern + Blues + Jam + Jazz + Folk

Chris Robinson (Black Crowes) - vocals
Marc Ford (Black Crowes) - guitars
Craig Ross (Lenny Kravitz) - guitars
Roger Manning (Jellyfish) - keyboards
Jimmy Ashhurst (Ju Ju Hounds) - bass
Andy Sturmer (Jellyfish) - drums

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domingo, 29 de maio de 2011

Traumpfad

Traumpfad - Aufbruch (2011)

Germany
Progressive Rock
Heavy / Crossover / Hard + Prog Metal

Flo Huber (vocals), Marko Effenberger (guitar), Matthias Unterhuber (keyboards), Jonny Faggetter (bass) & Andi Brandl (drums)

Official Website
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terça-feira, 24 de maio de 2011

Tommy Guerrero

Tommy Guerrero - Lifeboats And Follies (2011)

USA
Eclectic & Cool Fusion!
Jazz + Rock + Fusion + Latin + Electronic + Chill/Lounge + Experimental + Dub + MaryJuana + …

Official Website
MySpace
Wikipedia
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sábado, 21 de maio de 2011

Templo Sem Teto

Nesses trocentos anos vivendo no meio musical fiz muitas amizades; algumas fugazes, outras infelizmente perdidas (pelos mais variados motivos) e outras firmes, fortes e duradouras. Deste último tipo, tenho um puta orgulho em ter como quase irmão um cara de especial talento e inteligência que é o Jean Kuperman. Nós nos conhecemos meio que por acaso em 97 ou 98, já nem lembro, e devido às múltiplas afinidades logo viramos “amigos de infância”.
Jean é músico, compositor e cantor, com talento muitíssimo superior à média e, desta forma, como tudo no Brasil, praticamente quase que completamente (rsrs) desconhecido do público em geral. Ele começou a carreira como a maioria dos músicos, ensaiando interminavelmente com bandas e mais bandas, tocando sua guitarra, até encontrar seu próprio caminho e estilo. Estilo, aliás, eternamente camaleônico e evolutivo, inquieto como seu jeito de ser.
Um dia, conversando sobre a falta de oportunidades que o “mercado” musical oferece, contrastando com as infinitas possibilidades de divulgação e comunicação que existem hoje em dia, pensamos em montar um blog para ser mais uma “frente de trabalho”, para mostrar uns “algo a mais” que os limitados MySpace, Facebook e Twitter não permitem.
Surgiu, então, dessa colaboração o Templo Sem Teto, que tem como objetivo mostrar aos poucos o que vai na cabeça desse artista (além da sua cabeleira...). Vamos mostrar passado/presente/futuro, não necessariamente nessa ordem, e todas as pirações que acharmos válidas compartilhar. Ainda estamos no começo, mas as ideias não param de fervilhar e posso garantir que muitas coisas ainda vêm por aí, inclusive a explanação do conceito do Paganismo Transcedental, que vem sendo o principal mote de tudo que o Jean tem feito ultimamente.
Sem mais blá-blá-blás introdutórios, deixo aqui a postagem mais recente que fizemos, cheia de referências. Só vai ficar faltando a opinião de vocês, caros amigos e freqüentadores desse espaço espacial...


Libertas Quae Sera Tamen

A ideia de gravar na rua é básica. De graça e rápido. A ideia de gravar sozinho é prática. Equipe de dois, mini intervenções urbanas.

Rodrigo Negrão - Uma câmera na mão.
Jean Kuperman - Um banquinho, um violão.

Destino: Arco do Teles. 21/04/2011 – Feriado de Tiradentes.



Parte 1 - Golem Libre - Chegamos por volta das 17hs e tínhamos no máximo uma hora de luz para filmar. Passamos a primeira música, escolhida pela companhia de um desses sujeitos misteriosos e mágicos que circulam por aí sem identidade, sem história. Espectros das nossas sombras que ninguém quer mesmo ver. Aquele pegava guimbas no chão e depois sentou para escrever (ou pintar, não se sabe). Fomos perceber o papel e caneta só quando assistimos a filmagem. Parecia também um velho catador de latas, pelo saco preto que levava junto.
O golem é um ser mítico, presente no misticismo judaico e sabe-se lá onde mais anteriormente. A letra da música situa o golem na rua de um país tropical abençoado por deus e bonito por natureza, mas naturalmente escondido dos olhos de fora.
Fizemos dois takes da parte 1. O primeiro passando a música e mostrando nosso personagem silencioso e muito mais do que real. Numa jogada rápida, Negrão muda o foco para cima dele e se vê que está com um papel e uma caneta na mão. O segundo take aconteceu debaixo do arco. A acústica ficou fantástica e o cenário como se feito à mão. Reverb de jaula, Projac de rua. Demos uma espantadinha de leve nos passantes que acharam que estavam no zoológico, batendo fotos minha e do meu cúmplice mudo ao fundo. Simples, foi só virar a câmera pra eles. Esse filme foi o que mais me impactou. Fiquei pensando no sujeito que aparece comigo na cena solta no mundo.



Parte 2 - Civilidad – Uma parceria com Donatinho. Vinda de um Mandrake dos sons, a melodia criada por ele se desdobra de formas diferentes e minimalistas. Toco essa música de dois jeitos. Ele costuma chamar essa em que apareço de costas de “versão gipsy durona”. A música faz parte do repertório do Exu Mandrake, que continua em estado de criogenia, esperando a primavera chegar. Mas acabou não acontecendo uma boa gravação. Ficou só o registro cantando a canção enquanto explorava o lugar.



Parte 3 - Sambarábico – Escolhemos um mural que combinava com a música no mesmo beco onde tudo acontecia. Travessa do Comércio. E o comércio nunca mais foi o mesmo depois do domínio árabe da civilização médio oriental e redondezas. Desses mercadores vêm fantásticos desdobramentos que chegam até nós, afro-ameríndios, diretamente. Alguns até apontam para a maior revolta urbana escrava da história do Brasil. A Revolta dos Malês. E que dá nome ao personagem: Exu Mustafa. São negros árabes, os Mamelucos, que por saberem escrever e fazer contas, eram escravos de maior ascenção social. Foram eles que organizaram o movimento, como já disse Caetano, um belo espécime da tribo.
A gravação quase é interrompida por um grupo de pessoas que estava passando. Talvez tivessem ficados assustados e não sabiam como se comportar diante daquele mameluco maluco tocando violão para um outro maluco mameluco filmar. No final aparece o responsável pelo “Videokê Club Gente Boa” na sacada do sobrado onde funciona o videokê. Ele bate palmas e convida a gente para subir. As próximas duas partes são feitas lá dentro.



Parte 4 - As Rosas Não Falam – Fiz essa música saudoso dos meus amores que estão por aí, amando ou não. E esperançoso pelos amores que anunciam sua chegada triunfal. A lentidão do fim da tarde do lado de fora e o clima cigano deste samba maravilhoso do grande Cartola, as imagens ao fundo, os símbolos, a bandeira do Brasil, a máscara africana no final, tudo é recheado de hipertextos astrais.



Parte 5 - Oráculo – Tínhamos algumas opções ainda e o tempo era curto. Escolhemos uma música profética que anuncia os tempos do messias pagão. O paganismo transcendental, que sugere Fernando Pessoa nos anos 20 do século passado, como sendo a religião do futuro, parece encontrar eco por aqui. Cito "Mambembe" de Chico Buarque e "Zumbi" de Jorge Ben Jor. Talvez seja acusado por plágio, talvez não, porque na natureza nada se cria, tudo se amplia.
Gravamos na sacada do sobrado inspirado em duas meninas que me assistiam de baixo. Parecia uma serenata ao avesso, onde o mulambo na janela canta para as princesinhas na rua. Quem iria imaginar. Burguesinha, burguesinha… Diz aí, Seu Jorge!



Parte 6 - Sabra – Depois de beber uma cerveja rápida no videokê, ainda fizemos uma música em frente ao Paço Imperial. E aí já inspirados também pela chegada da noite. Sabras são homens e, principalmente, mulheres da região da Palestina, mas que os israelenses acabam por levar o termo depois de estabelecido o Estado de Israel. São mulheres muito fortes afetivamente, encantadoras justamente por isso. Talvez resgatem o papel delas no matriarcado e inaugurem, em tempos modernos, os germes do feminismo. Uma vez que são basicamente imigrantes européias reconquistando a terra prometida com a cabeça da modernidade no comando, onde assumem papel determinante na tática de assentamento da terra. Isso me conta, entre gargalhadas, o mestre Jorge Mautner, em quem, na verdade, a letra é inspirada por, ambos, termos conhecido sabras diferentes e nos divertido com as semelhanças.
A gravação parece entrar numa onda hipnótica aos poucos com aquele cenário urbano e a parede exterior do Paço, que parece uma grande prisão. A luz do fim da tarde, as lâmpadas e os halos de cor que vão se misturando e embaçando a vista, a perspectiva que vai mudando, tudo misturado em efeitos especiais analógicos e energéticos. Auras do fim do dia. A liberdade estava consumada. Libertas Quae Sera Tamen!

domingo, 15 de maio de 2011

Black Country Communion

Black Country Communion – 2 (2011)

Rock
Classic Rock + Hard Rock + Blues

Glenn Hughes (vocals, bass), Joe Bonamassa (guitar, backup vocals, vocals), Derek Sherinian (keyboards) & Jason Bonham (drums, percussion)

Official Website
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sábado, 14 de maio de 2011

Top Drawer

Top Drawer - Solid Oak (1969)

USA
Eclectic Psychedelic Rock
Psychedelic + Hard + Soul + Prog + Pop + Garage

Steve Geary (vocals, trumpet), John Baker (lead guitar), Ron Linn (organ, harpsichord, rhythm guitar), Alan Berry (bass, vocals), Ray Herr (drums, percussion)
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domingo, 8 de maio de 2011

The Sheepdogs

Trying To Grow (2007)

Big Stand (2008)

Learn & Burn (2010)

Canada
70’s Rock Revival
Southern Rock + Classic Rock + [Rock³ + Hard² + Blues² + Country + Folk + Soul + (AltRock + Psych)]

Ewan Currie (lead vocals, guitar), Leot "Tanson" Hanson (guitar, backing vocals), Ryan Gullen (bass, backing vocals) & Sam Corbett (drums, backing vocals)

Official Website
MySpace

quarta-feira, 4 de maio de 2011

The Shoes

The Shoes (2011)

Italy
Power Trio!
Excellent 70’s Rock Revival
Rock + Hard + Blues + Psychedelic Rock

Album recording line-up: Elio Di Menza (vocals, guitar), Pierluigi de Pierro (bass) & Lorenzo Velle (drums)
Current line-up: Elio Di Menza (vocals, guitar), Marco Pizzolla (bass) & Andrea Basile (drums)

MySpace
Go Down Records


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sábado, 30 de abril de 2011

Cortina de Fumaça

Sem julgar e sem fazer apologias, Rodrigo Mac Niven, um brasileiro, escreveu, produziu e dirigiu esse excelente documentário sobre as drogas chamado “Cortina de Fumaça” – com o subtítulo “Você Precisa Ouvir O Que Eles Têm A Dizer” -, focado principalmente na Cannabis (seu uso, consumo, venda, propriedades e todos os assuntos relacionados à erva, da importância histórica e cultural à política e econômica) e no confronto Poder X Proibição X Povo.
“Perca” seu tempo, abra sua cabeça, ganhe cultura e entenda o mundo de hipocrisia em que vivemos.
É HORA DE MUDAR!



Site Oficial

terça-feira, 26 de abril de 2011

The Boxing Lesson

The Boxing Lesson
Wild Streaks & Windy Days (2008)

USA
Psychedelic Rock + Alt Rock + Space Rock + Prog Rock

Paul Waclawsky (vocals, guitars, triwave), Jaylinn Davidson (vocals, synths, samples) & Jake Mitchell (drums, samples)

MySpace
Wikipedia

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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Burnier & Cartier

Burnier & Cartier (1976)
(Fotos Para A Capa Do L.P.)

Brasil
MPB + Folk – with touches of Psychedelic Rock and Prog
Vocal & acoustic guitar duo (with invited musicians)
Rare Brazilian masterpiece
Complete artwork included

Por anos andei atrás desse disco, primeiro em lojas (em LP e depois em CD), depois na internet, e nada… Até que certo dia, em uma lojinha de instrumentos musicais, DVDs, CDs e mais um monte de coisas relacionadas ao universo musical, encontrei-o na bancada de saldos & usados, totalmente esquecido. Naquele momento em que o peguei me veio aquela sensação do tipo “caramba, isso deve ser algum tipo de pegadinha!”, se é que vocês me entendem... Afinal, a tal lojinha fica numa cidadezinha pra lá de desconhecida nos Estados Unidos!!! São esses momentos que restauram a fé de uma pessoa... rsrsrs Quem baixar, poderá ver que na parte de trás tem aquele selo de “Amostra Invendável”; tentei descobrir qual foi o doido ou doida que se desfez desse disco (afinal, é usado), mas a maioria dos funcionários da loja estão lá há menos tempo que o CD e o dono tem a memória tão detonada pelos anos 70 e 80 (hehehe), que não deve lembrar nem do que tomou no café da manhã...
Adiei a postagem desse disco por um tempão, porque meu scanner estava quebrado, e eu queria incluir o encarte completo; resultado: acabei esquecendo totalmente desse disco. Ontem, minha mulher me ligou avisando que tinha tentado escanear um documento e milagrosamente a impressora/scanner voltou a funcionar – decerto a máquina precisava de um período de hibernação... hehehe -, como acontece com tantos aparelhos eletrônicos. Foi só ela me dar essa notícia que me lembrei desse disco, que agora está disponível pra todos baixarem. Atualmente nem é tão difícil achar esse disco na internet, mas mesmo assim resolvi postá-lo, ripado em VBR 256/320 e, como dito acima, com encarte completo, contendo letras e ficha técnica.
Octavio Bonfá Burnier & Cláudio Cartier são cantores e violonistas, que atuaram no cenário musical brasileiro em meados da década de 70; o disco traz a sonoridade típica da época, porém sem soar (muito) datado, devido, principalmente, ao enfoque acústico/folk que permeia todo o álbum. As músicas são recheadas de excelentes harmonias vocais, com ótimas performances instrumentais não só do duo como, também, de todos os músicos envolvidos. Detalhe: as guitarras são tocadas por Burnier e trazem timbres característicos dos 60/70, inclusive com algum fuzz.
Esta edição em CD faz parte da grande coleção de remasterizações capitaneadas pelo colecionador e ex-baterista dos Titãs, Charles Gavin, a quem devemos agradecer muitíssimo por nos trazer de volta tantas maravilhas perdidas.
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domingo, 17 de abril de 2011

Partículas do Sentido: Equus

Eu sei que aqui ao lado tem uma lista dos blogs parceiros, etc e tal, mas aos poucos vou destacar algumas postagens e tentar divulgar um pouco mais o que a galera anda fazendo.
O primeiro a ser visitado é o Partículas do Sentido, capitaneado pelo Sr do Vale, amigo de longa data, desde os tempos do Delirium Dust – e isso já tem mais de 5 anos! -, e que faz sua arte pra lá de autêntica, que ele chama de pintura digital. O maluco é um prolífico criador de paisagens surrealistas e psicodélicas; sei lá o que ele toma pra fazer essas pinturas... hehehe

Como sua arte inspira a muitos frequentadores e esporádicos visitantes, volta e meia algumas dessas pessoas deixam nos comentários - além de suas percepções sobre a obra apresentada - versos, poemas, textos, interpretações e demais palavras que foram inspiradas por aquela específica postagem.
Ele, não só como um agradecimento ao reconhecimento dessas pessoas, traz essas “ins-pirações” para cada post, o que faz de cada postagem um motivo para a interação entre toda essa galera que tem a Arte em suas veias, mesmo que totalmente amadores – é um espaço mais do que democrático que ajuda a tirar a “frieza” que é este universo internético. Eu mesmo colaborei em várias postagens e é uma dessas que trago aqui pro Plano Z; nem é uma das melhores, mas achei que a história ficou bem bacana – o mote foi o cavalo que aparece voando no alto da tela, conforme vocês podem ver abaixo.
Passem lá no Partículas do Sentido para conferir e tentem não viajar na Arte do Sr do Vale.


Pégaso

Diz a mitologia que assim
Pégaso nasceu:
Depois que Medusa
,
Derrotada por Perseu,

Seu sangue verteu
E, desse sangue, nasceu a beldade
,
Símbolo da imortalidade,
O cavalo alado
,
Que voa à vontade

Pelo céu da eternidade,
Pelo infinito horizonte
.
Depois, Belerofonte
,
Com a ajuda de Atena,

O domou de forma plena
E se meteram em tantas aventuras
...
Ele até matou a Quimera!

Quem dera que Belerofonte

Tivesse criado juízo
,
Mas, não!

O herói orgulhoso

Teve fim desastroso,
Pois perdeu todo o seu siso

E tentou voar até o Olimpo;

O que despertou a ira,

O raio e o trovão!
É que, então, Zeus ofendido

Enviou vespa e ferrão,
Fazendo nosso herói, assim,

Cair ao derradeiro chão.
Mas Pégaso continuou o seu vôo sem fim,

Não parou nunca mais, não;
Agora voa, eterno:

Virou constelação.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Solid Ground

Solid Ground - Made In Rock (1976)

Sweden
70's Rock/Hard Rock
17 tracks special edition + complete artwork

Thanks to Edson D'Aquino (Gravetos & Berlotas) - Valeu, bRodão!!

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Oysterhead

Oysterhead - The Grand Pecking Order (2001)

Crossover Prog + Rock + Funk + Fusion + Experimental + Avant-Garde + Art Rock + ...

Trey Anastasio (Phish) - guitar, vocals
Les Claypool (Primus) - bass, vocals
Stewart Copeland (The Police) - drums

Official Site

Wikipedia
Prog Archives


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sábado, 2 de abril de 2011

Lugnoro

Lugnoro – Tellus (2009)

Sweden
HardProgRock + StonerRock + PsychedelicRock

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