Three Legs Of Trouble (2008)
Fountains Left To Wake (2012)
Hologram (2016)
EUA
Rock + Southern + Roots + Hard + Stoner + Psych + Prog
Three Legs Of Trouble (2008)
Matthew Tanner (vocais e guitarra), Neil Warren (guitarra), Champ Champagne (baixo) e Jason Krutzky (bateria e vocais)
Fountains Left To Wake (2012)
Matthew Tanner (vocais e guitarra), Neil Warren (baixo) e Jason Krutzky (bateria e vocais)
Hologram (2016)
Matthew Tanner (vocais e guitarras), Noah Pine (teclados), John Pratt (baixo) e Jason Krutzky (bateria e vocais)
Curto muito quando isso acontece! Essa banda acaba de entrar pra minha lista de favoritaças. Precisou de três discos e oito anos, mas entrou e entrou bonito! E tudo por causa do recém-lançado “Hologram”.
Tudo isso porque, pensemos bem, hoje em dia já é difícil aparecer uma banda que lance um único disco realmente muito bom, mas aí vem o StoneRider e lança três discos seguidos (tudo bem que demorou quatro anos entre cada um deles...) que são, sem sacanagem, totalmente excelentes, do tipo, nota 9,5 para o mínimo, e nota 11, para o máximo; aí não dá mais pra ser só “mais uma”.
As “credenciais” da banda fazem uma lista de referências de primeiríssima linha; tipo, pense numa banda de rock excelente, de preferência setentista, daquelas que todo mundo “tem que gostar”, vamos lá: Led Zeppelin, Deep Purple, UFO, Creedence Clearwater Revival, Jimi Hendrix, Allman Brothers, Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, T. Rex, AC/DC, Rolling Stones, Bad Company, The Black Crowes, Black Sabbath, Cream, sei lá mais qual; pois bem, misture tudo, sacuda à vontade e em algum lugar vai respingar o StoneRider. Mas é aquela coisa: é praticamente impossível fugir das influências e/ou das referências, mas o que se faz com isso e, o melhor, como se faz isso é que são elas; nesse caso, o StoneRider se graduou com todos os maiores méritos, ficando melhor a cada disco.
O primeirão é mais na linha hard; já o segundo pega mais fundo nas raízes do rock; aí vem o último e é a evolução natural e descarada, com muitas músicas ganhando tinturas psicodélicas e até progressivas.
É importante saber que a banda, em si, é meio diferente em cada disco. Os únicos constantes são Matthew Tanner (vocais e guitarras) e Jason Krutzky (bateria e vocais). O baixista Champ Champagne deixou a banda antes da gravação do segundo álbum; então, se transformaram num trio, já que o guitarrista Neil Warren assumiu o baixo. Depois foi a vez de Warren sair da banda e, então, veio a entrada de John Pratt (baixo) e Noah Pine (teclados), que gravaram o último álbum. A entrada de Pine, com seus teclados, elevou o som da banda a um patamar bem diferente e muito mais amplo, mas sem descaracterizar o som característico deles.
Agora, só falta eles passarem aí por perto de onde vocês moram, para ter-se o prazer de vê-los ao vivo. Enquanto isso, os links para o download dos três álbuns estão lá nos comentários, tudo em 320kbps, prontos para descarregar altas doses de diversão.
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