USA Eclectic Psychedelic Rock Psychedelic + Hard + Soul + Prog + Pop + Garage
Steve Geary (vocals, trumpet), John Baker (lead guitar), Ron Linn (organ, harpsichord, rhythm guitar), Alan Berry (bass, vocals), Ray Herr (drums, percussion)
Italy
Power Trio!
Excellent 70’s Rock Revival
Rock + Hard + Blues + Psychedelic Rock
Album recording line-up: Elio Di Menza (vocals, guitar), Pierluigi de Pierro (bass) & Lorenzo Velle (drums)
Current line-up: Elio Di Menza (vocals, guitar), Marco Pizzolla (bass) & Andrea Basile (drums)
Sem julgar e sem fazer apologias, Rodrigo Mac Niven, um brasileiro, escreveu, produziu e dirigiu esse excelente documentário sobre as drogas chamado “Cortina de Fumaça” – com o subtítulo “Você Precisa Ouvir O Que Eles Têm A Dizer” -, focado principalmente na Cannabis (seu uso, consumo, venda, propriedades e todos os assuntos relacionados à erva, da importância histórica e cultural à política e econômica) e no confronto Poder X Proibição X Povo. “Perca” seu tempo, abra sua cabeça, ganhe cultura e entenda o mundo de hipocrisia em que vivemos. É HORA DE MUDAR!
Burnier & Cartier (1976) (Fotos Para A Capa Do L.P.)
Brasil MPB + Folk – with touches of Psychedelic Rock and Prog Vocal & acoustic guitar duo (with invited musicians) Rare Brazilian masterpiece Complete artwork included
Por anos andei atrás desse disco, primeiro em lojas (em LP e depois em CD), depois na internet, e nada… Até que certo dia, em uma lojinha de instrumentos musicais, DVDs, CDs e mais um monte de coisas relacionadas ao universo musical, encontrei-o na bancada de saldos & usados, totalmente esquecido. Naquele momento em que o peguei me veio aquela sensação do tipo “caramba, isso deve ser algum tipo de pegadinha!”, se é que vocês me entendem... Afinal, a tal lojinha fica numa cidadezinha pra lá de desconhecida nos Estados Unidos!!! São esses momentos que restauram a fé de uma pessoa... rsrsrs Quem baixar, poderá ver que na parte de trás tem aquele selo de “Amostra Invendável”; tentei descobrir qual foi o doido ou doida que se desfez desse disco (afinal, é usado), mas a maioria dos funcionários da loja estão lá há menos tempo que o CD e o dono tem a memória tão detonada pelos anos 70 e 80 (hehehe), que não deve lembrar nem do que tomou no café da manhã... Adiei a postagem desse disco por um tempão, porque meu scanner estava quebrado, e eu queria incluir o encarte completo; resultado: acabei esquecendo totalmente desse disco. Ontem, minha mulher me ligou avisando que tinha tentado escanear um documento e milagrosamente a impressora/scanner voltou a funcionar – decerto a máquina precisava de um período de hibernação... hehehe -, como acontece com tantos aparelhos eletrônicos. Foi só ela me dar essa notícia que me lembrei desse disco, que agora está disponível pra todos baixarem. Atualmente nem é tão difícil achar esse disco na internet, mas mesmo assim resolvi postá-lo, ripado em VBR 256/320 e, como dito acima, com encarte completo, contendo letras e ficha técnica. Octavio Bonfá Burnier & Cláudio Cartier são cantores e violonistas, que atuaram no cenário musical brasileiro em meados da década de 70; o disco traz a sonoridade típica da época, porém sem soar (muito) datado, devido, principalmente, ao enfoque acústico/folk que permeia todo o álbum. As músicas são recheadas de excelentes harmonias vocais, com ótimas performances instrumentais não só do duo como, também, de todos os músicos envolvidos. Detalhe: as guitarras são tocadas por Burnier e trazem timbres característicos dos 60/70, inclusive com algum fuzz. Esta edição em CD faz parte da grande coleção de remasterizações capitaneadas pelo colecionador e ex-baterista dos Titãs, Charles Gavin, a quem devemos agradecer muitíssimo por nos trazer de volta tantas maravilhas perdidas.
Eu sei que aqui ao lado tem uma lista dos blogs parceiros, etc e tal, mas aos poucos vou destacar algumas postagens e tentar divulgar um pouco mais o que a galera anda fazendo. O primeiro a ser visitado é o Partículas do Sentido, capitaneado pelo Sr do Vale, amigo de longa data, desde os tempos do Delirium Dust – e isso já tem mais de 5 anos! -, e que faz sua arte pra lá de autêntica, que ele chama de pintura digital. O maluco é um prolífico criador de paisagens surrealistas e psicodélicas; sei lá o que ele toma pra fazer essas pinturas... hehehe
Como sua arte inspira a muitos frequentadores e esporádicos visitantes, volta e meia algumas dessas pessoas deixam nos comentários - além de suas percepções sobre a obra apresentada - versos, poemas, textos, interpretações e demais palavras que foram inspiradas por aquela específica postagem. Ele, não só como um agradecimento ao reconhecimento dessas pessoas, traz essas “ins-pirações” para cada post, o que faz de cada postagem um motivo para a interação entre toda essa galera que tem a Arte em suas veias, mesmo que totalmente amadores – é um espaço mais do que democrático que ajuda a tirar a “frieza” que é este universo internético. Eu mesmo colaborei em várias postagens e é uma dessas que trago aqui pro Plano Z; nem é uma das melhores, mas achei que a história ficou bem bacana – o mote foi o cavalo que aparece voando no alto da tela, conforme vocês podem ver abaixo. Passem lá no Partículas do Sentido para conferir e tentem não viajar na Arte do Sr do Vale.
Diz a mitologia que assim Pégaso nasceu: Depois que Medusa, Derrotada por Perseu, Seu sangue verteu E, desse sangue, nasceu a beldade, Símbolo da imortalidade, O cavalo alado, Que voa à vontade Pelo céu da eternidade, Pelo infinito horizonte. Depois, Belerofonte, Com a ajuda de Atena, O domou de forma plena E se meteram em tantas aventuras... Ele até matou a Quimera! Quem dera que Belerofonte Tivesse criado juízo, Mas, não! O herói orgulhoso Teve fim desastroso, Pois perdeu todo o seu siso E tentou voar até o Olimpo; O que despertou a ira, O raio e o trovão! É que, então, Zeus ofendido Enviou vespa e ferrão, Fazendo nosso herói, assim, Cair ao derradeiro chão. Mas Pégaso continuou o seu vôo sem fim, Não parou nunca mais, não; Agora voa, eterno: Virou constelação.
Crossover Prog + Rock + Funk + Fusion + Experimental + Avant-Garde + Art Rock + ...
Trey Anastasio (Phish) - guitar, vocals Les Claypool (Primus) - bass, vocals Stewart Copeland (The Police) - drums Official Site Wikipedia Prog Archives
NOVO LINK!!!! / NEW LINK!!!! Links nos comentários / Links on comments
Mentes mais que insanas: os irmãos Rodrigo e Ricardo Piologo + Ricardo Vilela. Os criadores e criaturas do ecleticamente demente Mundo Canibal. Entre tantas loucuras, não consigo parar de assistir aos vídeos deles que foram postados no iultchubi – e aí vai uma palinha: ParTOBA!
E esses são só os 3 primeiros... Assista mais AQUI!
CD1: 1. Tarot Woman (New York Mix) 2. Run With The Wolf (New York Mix) 3. Starstruck (New York Mix) 4. Do You Close Your Eyes (New York Mix) 5. Stargazer (New York Mix) 6. A Light In The Black (New York Mix) 7. Tarot Woman (Los Angeles Mix) 8. Run With The Wolf (Los Angeles Mix) 9. Starstruck (Los Angeles Mix) 10. Do You Close Your Eyes (Los Angeles Mix) 11. Stargazer (Los Angeles Mix) 12. A Light In The Black (Los Angeles Mix) (8:12)
CD2: 1. Tarot Woman (Rough Mix) 2. Run With The Wolf (Rough Mix) 3. Starstruck (Rough Mix) 4. Do You Close Your Eyes (Rough Mix) 5. Stargazer (Rough Mix) 6. A Light In The Black (Rough Mix) 7. Stargazer (Pirate Sound Tour Rehearsal)
Certa vez um amigo me apresentou uma teoria – não sei se a autoria é dele ou não, mas os argumentos me convenceram:
“Sabadão à noite; o cara está em casa, vendo TV, mais precisamente Zorra Total; meu caro amigo, isso é nada mais nada menos que a Total Depressão Terminal!!” – Ahnnnn?!?!?!? – “Explico: o cara não saiu de casa, seja por falta de dinheiro, amigos ou qualquer outro motivo; por pura falta de opção foi ver TV (e aí, nem vou entrar na questão que ele poderia ler um livro, dormir, comer, qualquer outra coisa, tanto faz...); zapeando, para no Zorra Total, aquela merda de programa... Ou seja, nem TV a cabo o cara tem! A completa falta de perspectiva... Se isso não é o fundo do poço, eu não sei o que poderia ser...”
Por esses e outro motivos, que vão além do programa ser realmente ruim, se estou em casa no sábado à noite, passo longe do Zorra Total. De qualquer forma, aqui onde moro tem trocentos zilhares de canais de TV e, mesmo assim, quase nunca os vejo, simplesmente por optar por qualquer outra coisa – mesmo que esteja fazendo -20º lá fora, acendo a lareira e vou ler um livro, ou escutar o disco novo do Radiohead ou do R.E.M., ou preparar algo gostoso pra comer, namorar, qualquer outra coisa, menos assistir o Zorra Total – depressão, vade retrum!! Pra piorar a situação daquele cara, personagem da teoria, o domingão na TV ainda é pior, ainda por cima porque é ruim O DIA INTEIRO em qualquer canal da TV aberta (OK, existem exceções como os esportes e o Auto Esporte...); então, é claro que nunca vejo nada disso no domingo. Ainda bem que existe o YouTube! Pois é, porque se não fosse o YouTube, uma grande amiga não teria me mandado um link pra eu assistir esse quadro do programa Os Caras de Pau, que, ao meu ignorante modo de ver, seria um subproduto do ZT... Ainda bem que a maior de todas regras é que sempre existe a exceção! Isso porque o quadro é totalmente excelente, insano, daqueles de fazer chorar de rir e ter vontade de rever. O quadro deve se chamar “Comercial do Tônico Piririco” e arrebata com a performance de Leandro Hassum e Marcius Melhem (aqui, com destaque para Hassum), dando espaço pra muitas improvisações, cacos e risadas (des)controladas dos próprios atores. Humor do bom em doses mais do que generosas. Só não sei se todos ou a maioria dos quadros são tão bons, melhores ou piores do que este, mas nem precisa de mais,Os Caras de Pau, definitivamente, conseguiram me conquistar – graças à amiga, ao YouTube, a todos os recursos que não a queimação de filme em que se transformou o humor televisivo Global... E ao talento da dupla, é claro! Assistam e divirtam-se! Boas risadas!
Agradecimentos especiais ao blog Seres da Noite, de onde roubei certos links (hehehe) e à Helen, querida amiga que me apresentou esse hilário vídeo.