sábado, 26 de dezembro de 2015

Baby Animals

 
 Shaved And Dangerous (1993)

Il Grande Silenzio (2008)

This Is Not The End (2013) [2014 Deluxe Fully Loaded Edition]

O primeiro disco que postei nessa minha volta ao Plano Z foi o début da banda australiana Baby Animals. Na resenha eu disse que tinha baixado a discografia; eu fiquei tão empolgado por redescobrir esse disco que acabei nem ouvindo os outros. Pois bem, acabei de fazer isso e resolvi que eu deveria postá-los aqui também.
Shaved And Dangerous” é meio decepcionante; até tem algumas faixas que são bem boas (gostei bastante de “Lovin’ Lies” e “Lights Out At Eleven”), mas no geral as músicas são meio mal resolvidas, apesar de muitas boas ideias aparecerem aqui e ali; parece um disco feito a toque de caixa, pra cumprir contrato, com a velha história de pressão da gravadora, sacumé?
Il Grande Silenzio” é uma outra história. É um disco quase que totalmente acústico que traz versões de muitas músicas do disco de 1991, uma do de 1993 e algumas inéditas. A grande maioria das versões traz uma abordagem bem diferente das originais e, pelo menos pra mim, isso foi um grande acerto, porque trouxe vida nova às canções, muitas surpreendentes até, seja com a levada do dobro com slide (de Doyle Bramhall II) em “One Word”, as tablas em “Painless” e a bela balada “Submarine”, só pra citar algumas. Além disso, o disco conta com participações de Cameron Stone (violoncelo), Charlie Bisharat (violino) e o já citado Bramhall II, que tocam em várias músicas. Esse disco periga ficar em loop no seu player...
This Is Not The End”, lançado em 2013, traz a banda reformada: saíram o baixista Eddie Parise e o baterista Frank Calenza, para a entrada de, respectivamente, Dario Bortolin e Mick Skelton. É claro que esse disco não tem a força do primeiro, mas também é bem superior ao segundo. Depois de 20 anos sem lançar um disco de inéditas, dá pra perceber o quanto eles amadureceram e que, também, continuam mandando muito bem, até porque a versão deluxe traz um CD ao vivo em que a empolgação do público é bem reveladora.
Galera, é isso aí, os links estão nos comentários e só me resta dizer o de sempre: divirtam-se!!


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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

"Rir É O Melhor Remédio" - Nº 3


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Ingranaggi Della Valle

Ingranaggi Della Valle - In Hoc Signo (2013)

Itália
Rock Progressivo
Igor Leone (vocais), Flavio Gonnellini (guitarras, vocais), Marco Gennarini (violino, vocais), Mattia Liberati (teclados) e Shanti Colucci (bateria e percussões) – com: David Jackson (saxofone e flauta na faixa 11), Marco Bruno (baixo na faixa 2), Edoardo Arrigo (baixo e vocais na faixa 3), Simone Massimi (baixo elétrico, baixo fretless e baixo acústico),  Luciano Colucci (“Indian mystic speech” na faixa 9), Fabrizio Proietti (violão clássico na faixa 4), Mattias Olsson (bateria e percussão na faixa 9, barulhos e sons na faixa 10), Beatrice Miglietta  (vocais na faixa 11) e Angelica Sauprel Scutti (vocais na faixa 11)

Sabem aquilo tudo que amamos muito no rock progressivo? Quero dizer, uma banda em que os caras tocam tudo o que sabem, que sabem compor e arranjar, todo o trabalho em prol da música, disco conceitual, isso tudo e tudo o mais. Pois é, meus caros, todas essas maravilhas estão aqui nesse surpreendente álbum, “In Hoc Signo”, de 2013, até agora o único na discografia dessa banda italiana chamada Ingranaggi Della Valle. Vale ainda dizer que todo o disco tem um tremendo cheiro de anos 70, o tão falado vintage, principalmente quanto aos timbres dos instrumentos e ao approach em geral, porém com a qualidade de gravação do século XXI. Só espero que, como muitas bandas italianas do passado, eles não fiquem somente nesse disco...
Ao pesquisar sobre esse álbum, não achei uma resenha ruim sequer, ao contrário, os elogios fluem soltos. Em uma delas um cidadão chamado Todd os comparou ao Arti & Mestieri, mas como se eles tivessem seguido um caminho mais chegado ao sinfônico, ao invés de enveredarem pelo caminho jazz rock/fusion; ele compara também as habilidades de cada músico, relacionando suas equivalências. Acho que para qualquer baterista, ser comparado equivalentemente ao Furio Chirico é mais do que um puta elogio; ainda mais porque em outra resenha surgiu a pergunta: “será que estamos diante de um novo Bill Brufford?”. Não é pouco, não! Como se não bastasse, neguim também rasga todas as sedas em relação ao vocalista Igor Leone, que tem um alcance vocal incrível. Para não ficar chovendo no molhado, a maioria dessas resenhas estão no Prog Archives, para lê-las clique aqui (estão na parte de baixo da página do PA).
O certo é que esse é realmente um discaço e não vou fazer vocês perderem mais tempo com reminiscências, vão logo até os comentários, peguem o link, baixem o disco, escutem e, sim, divirtam-se!
PS: só pra constar, comentários sempre são muitíssimo bem vindos!

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Begin Again (Soundtrack)

Begin Again (OST) [Deluxe Edition] (2014)

Trilha Sonora Original: Pop + Rock + Indie + Folk
Site Oficial
Wikipedia
IMDb (filme)
IMDb (trilha sonora)

Há já alguns meses quando, zapeando na madrugada, me deparei com a gracinha Keira Knightley cantando deliciosamente e tocando violão em um filme que não parecia nada demais. Mas o que essa menina está fazendo cantando e tocando violão? Bem, provavelmente ela está só dublando... Já tinha passado alguns minutos do início do filme e eu detesto ver filme já começado, mas estava gostoso, bacaninha mesmo. O filme foi se desenrolando, um misto de romance, drama, comédia e musical; acabou me prendendo e fui até o fim. Em seguida fui procurar o filme pra ver o início, que eu tinha perdido. Quando me dei conta, já estavam passando os créditos – de novo! E, caramba, era ela mesmo cantando!
O filme se chama “Begin Again” (em português tem o horrível título “Mesmo Se Nada Der Certo”) e, além da Keira Knightley, conta com Mark Ruffalo (ótimo como sempre), no papel de um produtor musical em meio ao ostracismo (ambos nos papéis principais) e ainda com Catherine Keener, James Corden, Hailee Steinfeld e três cantores se arriscando como atores: Adam Levine, Mos Def e CeeLo Green.
O filme, como eu já disse, é bem bacaninha, divertido, gostoso mesmo, mas nada que vai mudar o mundo de alguém, porém também é muito melhor do que muita coisa que vem rolando ultimamente. Não vou contar nada sobre o filme para não estragar para aqueles que, eventualmente, se aventurarem a assisti-lo.
Agora, a trilha sonora é bem acima da média, e conta com composições originais de Gregg Alexander e vários parceiros, entre eles John Carney (diretor e roteirista do filme), CeeLo Green e Glen Hansard (que já havia trabalhado com Carney no totalmente excelente “Once”),   além de contar com 4 faixas de uma banda chamada Cessyl Orchestra (da qual eu nunca tinha ouvido falar e, sinceramente, não é nada de mais – aparentemente é um dos projetos de Gregg Alexander).  Vale dizer que Gregg Alexander é o cara por trás da banda New Radicals,  que teve o ultra mega super hit “You Get What You Give” e logo em seguida “auto-implodiu” a banda. Keira Knightley não é assim uma grande cantora, é claro; ela tem uma voz pequena e meio infantil, mas se aproveita de seus dotes de (excelente!) atriz para dar verdade e vontade às suas interpretações, com ótimos resultados; já os outros cantores que mais aparecem nessa trilha, Adam Levine e CeeLo Green, bem, esses dois mandam muito, como já sabemos.
Além das canções que constam nesse disco, o filme ainda traz uma ótima seleção de músicas, como “For Once In My Life” (Stevie Wonder) e “Luck Be A Lady” (Frank Sinatra), entre outras.
É isso aí, divirtam-se!


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Narvales

Narvales

Argentina
Rock + Hard Rock + Classic Rock + Pop
Nacho Bruno (vocais e violão), Leandro García (guitarra), Pablo Rodríguez (guitarra), Nicolas Vidart (baixo) e Mauro Ledesma (bateria)

Existe uma certa lenda sobre o segundo disco de uma banda ou artista, algo que diz que nunca é tão bom quanto o primeiro, principalmente se o primeiro tiver feito bastante sucesso. Há casos e casos; “The Bends”, do Radiohead, é superior a “Pablo Honey”, por exemplo, o mesmo acontece com "Bleach" e "Nevermind", do Nirvana - e esses são só os dois que vieram à minha cabeça sem nem pensar muito. É a mesma coisa com a banda desta postagem.
Narvales é uma banda oriunda da província de La Plata, que é considerada a ”capital do rock” da Argentina, e que até agora só lançou 2 discos: “El Fin Del Principio”, de 2007, e “Un Segundo”, de 2013.
El Fin Del Principio” é um bom disco de rock, com uma pegada hard e alguns toques pop, mas é daquele tipo de disco que, mesmo sendo bom, a gente sente falta de alguma coisa, algo meio indefinível. Pois bem, tudo o que se promete nesse disco é concretizado, com louvor, em “Un Segundo”, um disco que beira a perfeição, que mantém a essência do primeiro, mas o extrapola em todos os sentidos: canções, arranjos, performances, produção, tudo é melhor, em comparação.
Pra mim, “Un Segundo” é um discaço, com vários momentos memoráveis, ótimas guitarras e refrões que teimam em não sair da cabeça. Já começa com o riff poderoso de “Creer”, uma canção com vários climas e um refrão chicletudo; “Un Segundo” é outra com refrão poderoso, fico imaginando ao vivo, com os hermanos da plateia cantando junto, muito alto. E assim vai; o disco segue e não dá vontade de pular nenhuma faixa, pelo contrário, todas as músicas têm algo de interessante, mesmo nas letras (bem, eu realmente não sou fluente em espanhol, mas dá pra entender e sacar que as letras fogem de obviedades).
Esse disco também traz a participação de vários artistas – Facundo Soto e Yamil Salvador (Guasones), Juan Calabró (La Vieja Vis), Indio Márquez (Andrés Calamaro), Gustavo Rowek (ex V8 e Rata Blanca) e Copi Corellano (ex Hèroes Del Silencio) –, porém eu não consegui identificar exatamente em quais faixas eles participam.
Eu entendo que algumas pessoas tenham algo contra o rock cantado em espanhol, mas se gostam de música boa, deem uma chance ao Narvales, ainda mais porque os caras disponibilizam os dois discos totalmente de graça na sua página do Bandcamp.
É isso aí, divirtam-se!

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BANDCAMP FREE DOWNLOAD
“El Fin Del Principio”
“Un Segundo” 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

"Rir É O Melhor Remédio" - Nº 2

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Flax

Flax - One (1976)

Noruega
Rock + Hard + Prog + Heavy Metal
Hermod Falch (vocais), John Hesla (guitarras e flauta), Lars Hesla (teclados), Arve Sakariassen (baixo) e Bruce Rasmussen (bateria e percussão)


Esse disco, para mim, é uma das “joias (ou pérolas) perdidas dos anos 70”, simplesmente porque eu ignorava totalmente a sua existência até uns 2 anos atrás.
Quando pesquisei sobre a banda e o disco, eu invariavelmente encontrei o mesmo texto, dizendo que “é uma banda de heavy metal norueguesa formada em 1972, provavelmente a primeira do gênero” – bem, a primeira do gênero na Noruega, mas, numa boa, o som está mais pra um hard prog (bem no estilo do Uriah Heep), ou um termo cunhado mais recentemente, o tal do proto-metal. Decerto a banda é pioneira na Noruega e, sim, esse disco contém vários elementos que em anos posteriores pudemos ver/ouvir em bandas como o Iron Maiden, por exemplo, mas, vendo em retrospecto, é tão heavy metal quanto o Led Zeppelin também já foi considerado. Além disso, também encontramos ecos de UFO, Deep Purple e, inevitavelmente, Uriah Heep, assim como de bandas progressivas alemãs como Birth Control, Luceifer’s Friend, Grobschnitt, Novalis e Mythos.
O fato é que o álbum é realmente totalmente excelente! Ótimas composições e performances por todo disco, uma pegada meio fusion aqui, um toque de boogie acolá, sempre há o que nos surpreender.
Além desse “One”, eles também lançaram em 1980 “Monster Tapes” (que você poderá ouvir no Spotify clicando aqui), “Flax Tracks”, em 1987, e recentemente o EP “Minus One (Memory Of John Hesla)”.
No mais, meus caros, divirtam-se!


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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Niche

Niche - Heading East (2015)

Estados Unidos
Retro ‘70s vintage psych hard prog southern rock
Justin Dick (vocais, guitarra), Kristopher Maedke-Russell (guitarra, vocais), Michael Redmond (baixo, vocais), Corey Barhorst (teclados) e Lee Vallier (bateria)


Hoje em dia está cada vez mais raro aparecer um disco que me surpreenda, me impressione e que deixe uma marca, seja lá qual for, mas principalmente que me deixe com aquele sorrisão por estar escutando algo realmente fuderoso. Pois bem, isso aconteceu há poucas semanas atrás quando escutei esse “Heading East”, um disco que poderia, fácil, se passar por uma das tais pérolas perdidas dos anos 70. As faixas “Dear Sweet Anne” e “Tough And Mean” (que poderia estar facilmente num disco do Thin Lizzy) até já viraram hits aqui em casa.
Discaço-aço-aço-aço-aço-aço!!!
Nem vou escrever mais nada e gastar todos os poucos adjetivos totalmente excelentes que conheço.
Esse é o terceiro disco dessa banda de Savannah, GA; o primeiro deles pela Retro Futurist Records. Eu tenho aqui o segundo deles, “The Other Side Of The End”, quando ainda assinavam como Niche Sav, mas esse tem uma pegada mais hard/stoner; é um disco muito bom também; de repente o postarei aqui numa outra oportunidade. Já o primeiro álbum, “So Be It”, eu não achei em lugar nenhum, portanto, se alguém o tiver e quiser fazer as honras nos presenteando com um link, poderei postar aqui também.
Só demorei pra postar porque eu estava tentando achar uma cópia com bitrate mais alto, mas como só achei essa em 192kbps, vai essa mesmo.
Baixe e escute o mais rápido possível, garanto que vai te fazer um bem danado.

NOVO LINK!!!! / NEW LINK!!!! 320 kbps
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Badly Drawn Boy

Badly Drawn Boy

Inglaterra
Indie + Folk + Rock + Alternativo + Pop + ‘60s + ‘70s + …

Site Oficial
Wikipedia
Matéria no The Guardian (UK)

Badly Drawn Boy (traduzindo livremente: Garoto Mal Desenhado) é o nome artístico de Damon Michael Gough. Esse inglês de Berdfordshire é o próprio “faz-tudo”, o cara compõe, canta, toca tudo quanto é instrumento, grava e produz os seus discos. Em 2000 ele lançou “The Hour Of Bewilderbeast”, que obteve enorme sucesso de crítica e caiu nas graças dos mais antenados; recebeu prêmios e teve uma vendagem muito boa mundo afora. O disco traz canções predominantemente folk, mas com saudáveis misturas diversas, e conta com um clima meio despretensioso, low profile, porém, ao mesmo tempo, é também ambicioso, no sentido de mostrar grandes canções, com raízes nos anos 60 e 70, quando ainda se valorizava a melodia e a harmonia, em vez de ritmos e produções mega caprichadas, porém desprovidas de alma, que predomina no mundo musical de uns tempos pra cá.
Esse eclético pop-folk-rock-alternativo se tornou a “fórmula” de Gough, que a desenvolveu ao longo de sua carreira, com resultados magistrais. Desde seu primeiro lançamento, um EP, no ano de 1997, até agora eles nos presenteou com 8 álbuns e vários EPs e singles; desses 8 álbuns, 3 são trilhas sonoras compostas especialmente. Entre todos esses lançamentos, destaco o já citado “The Hour Of Bewilderbeast” e os dois discos de 2002, a trilha sonora do filme “About A Boy” e “Have You Fed The Fish?”, que humildemente considero obras-primas do gênero; os outros discos também são muito bons, mas esses três realmente tem um lugar especial no coração deste que vos escreve.
Há coisa de uns 15 dias atrás, eu estava no carro de uma amiga quando tocou a canção “Something To Talk About” (do disco “About A Boy”) e foi então que me dei conta que já havia bastante tempo que eu não escutava nada do Badly Drawn Boy; ao chegar em casa, fui fazer uma pesquisa e descobri que o “preguiçoso” artista não lança nada desde a trilha do filme “Being Flynn” (2012), além disso, durante a pesquisa, descobri que era muito difícil achar seus álbuns para baixar; então, resolvi disponibilizá-los aqui. São os 8 álbuns de estúdio e mais uma pasta com algumas canções de EPs, b-sides e raridades que “pesquei” na rede na época do Kazaa (põe tempo nisso!! rsrs), os bitrates são os mais variados, mas incluí o máximo dos encartes que pude achar. Pra quem não conhece, não há contraindicações, mas o consumo em altas doses é passível de se tornar um vício, todo cuidado é desnecessário... rsrs Divirtam-se!



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sábado, 7 de novembro de 2015

"Rir É O Melhor Remédio"

sábado, 31 de outubro de 2015

Drive-By Truckers

Drive-By Truckers - It's Great To Be Alive! (2015)

EUA
Rock + Southern Rock + Rock Alternativo + Indie + Folk + Country


Drive-By Truckers é uma banda americana que faz uma perfeita mistura de southern rock, country e rock alternativo, com alguns toques de vários ritmos americanos, como folk, blues, bluegrass e rock ‘n’ roll, entre outros. Nos últimos anos, essa foi a banda que tive o prazer de assistir mais vezes ao vivo; fiquei um bocado decepcionado com a saída de Shonna Tucker (a baixista mais cool e que tocava com os baixos mais bonitos que já vi), mas Matt Patton, que é o atual baixista, não deixou a peteca cair e acompanha otimamente as feras Patterson Hood (vocais, guitarra, violão, bandolim e banjo), Mike Cooley (vocais, guitarra, violão, banjo e gaita), Jay Gonzalez (teclados, vocais, guitarra, violão, acordeão e serrote) e Brad “The EZB” Morgan (bateria) – sendo que Hood e Cooley são os únicos membros originais e, também, os principais compositores.
Esse disco é o registro de 3 shows que fizeram no ano passado no lendário San Francisco’s Fillmore Auditorium, onde tocam não só os grandes sucessos, mas também algumas obscuridades e raridades, além de mostrar como várias das canções evoluíram e se desenvolveram com o tempo de estrada. Eu, que notoriamente tenho uma certa resistência a discos ao vivo, curti muitíssimo esse, pelos mais variados motivos: ótimo repertório, excelentes performances e uma produção beirando a perfeição foram o que mais me chamaram a atenção, sem contar a energia (OK, é um termo mais do que batido, clichezão mesmo...) do show em si – para ouvir  no último volume!!
Se você não conhece a banda, essa é uma grande oportunidade para cair dentro de um repertório irretocável; se já conhece, mande ver no download, porque a diversão é mais do que garantida!



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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Abel James

Abel James - Swamp Thing (2015)

EUA
Americana / Zydeco + Rock + Country + Boogie + Blues + Funk + Folk...

Hoje a proposta é um pouco diferente. Um disco de um maluco que não é exatamente um músico profissional, apesar de ter um gogó bem privilegiado e se arriscar em vários instrumentos. Esse cidadão vem a ser o senhor Abel James, do qual eu nunca ouvira falar. E se ele não lançasse um disco chamado “Swamp Thing” que, devido à óbvia conexão que fiz com O Pântano Elétrico, talvez eu nem prestasse uma atenção maior do que achar a capa maneira (hehehe). Mas fui lá e dei uma chance pro cara, até pra matar minha curiosidade.
O disco em si é aparentemente uma homenagem à música pantanosa da Louisianna (apesar de Abel James ser de New Hampshire), nos apresentando uma mistura de zydeco, country, blues, rock, boogie, funk, folk, R&B, entre outros gêneros. Esse não é um daqueles discos que dizemos “do caralho”, “fodão”, “obra-prima” ou qualquer coisa do gênero; na verdade, é um disco bem despretensioso, bem normalzão, careta à beça, mas de muito bom gosto, contando com ótimos músicos e com uma produção muito boa – aqui cabe uma pequena explicação: aparentemente a banda é a mesma de Tim McGraw (astro country americano), já que Denny Hemingson, que é guitarrista de McGraw, foi quem tocou guitarra e produziu esse álbum.
Foi complicado achar informações corretas sobre esse disco, mas a que mais me chamou a atenção, sendo este um fato meio bizarro, é que Abel James é um daqueles entusiastas da perda de peso, sendo muito conhecido nos EUA como “The Fat-Burning Man” (bem, pra mim, isso é bem constrangedor... rsrsrsrsrs). Mas, o que interessa é que ele fez um álbum bem agradável de se escutar, bom de deixar rolando no carro, ou quando estiver jogando uma biriba ou uma sinuca com os amigos, ou qualquer coisa parecida; não é, definitivamente, um disco que vai mudar o mundo de ninguém, mas a audição é bem prazerosa.
Vou colocar uns links pra quem quiser se aventurar a descobrir mais coisas sobre Abel James, a banda, etc. Pra mim, já tá de bom tamanho saber que o cara lançou um disco tão bacana ao ponto de eu querer compartilhar com vocês.
Divirtam-se!!

Site Oficial (Fat-Burning Man)
Abel James Twitter
Tim McGraw na Wikipedia
Denny Hemingson no AllMusic
IsraBox (de onde baixei e onde encontrei a melhor resenha)





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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Hasse Fröberg & Musical Companion

 
Hasse Fröberg & Musical Companion

Suécia
Rock Progressivo (crossover + symphonic + neo prog + hard rock + classic rock + AOR)
Hasse Fröberg (vocais, guitarra base), Anton Lindsjö (guitarra solo, vocais de apoio), Kjell Haraldsson (teclados, vocais de apoio), Thomas Thomsson (baixo, vocais de apoio) e Ola Strandberg (bateria, vocais de apoio).
320 kbps, encartes completos

Site Oficial
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Prog Archives
Wikipedia

Hahaha, mais uma banda da série que começa com a letra H..
Esse cidadão sueco, Hasse Fröberg, é mais conhecido como o vocalista principal e guitarrista base da excelente banda The Flower Kings; ele e o guitarrista Roine Solt são os únicos membros originais que participaram de toda a carreira da TFK.
Da mesma forma que todos os membros da TFK, que têm seus projetos paralelos, Mr Fröberg também não poderia ficar para trás. Em 2010 resolveu “botar pra fora” um material próprio que, de acordo com as palavras do próprio, “não se encaixavam na fórmula da TFK” – sei não...
Acho que de todos os projetos paralelos, esse é o que mais se parece com a banda original, o que está longe de qualquer demérito, mas tem lá suas diferenças. Algumas músicas têm um acento meio AOR, o que, para o meu gosto pessoal, seria um grande motivo para eu torcer meu grande nariz, mas a verdade é que esse tal acento, no final das contas, não me incomoda nem um pouco, até porque, na soma geral, equivale a uma pequena porcentagem e, também, existem tantos outros pontos fortes que isso se torna até irrelevante (mas digno de nota, enfim). Algumas músicas têm uma pegada mais hard ou classic rock, mas a maioria é na veia do bom e velho rock progressivo mais tradicional, o que eu chamo de classic prog (hehehe...), com arranjos intrincados, mudanças de ritmo e dinâmica, muita criatividade e extrema qualidade. O que importa, no fim das contas, é que as músicas são muito boas, do tipo que dá vontade de escutar várias vezes seguidas, diria até que temos aqui muitas músicas melhores do que várias do TFK (só para não deixar a inevitável comparação de lado).
Por enquanto Hasse Fröberg e sua companhia musical lançaram três álbuns, que estou disponibilizando aqui, e escutando-os em ordem cronológica fica clara a evolução da banda como um todo, que parece estar cada vez mais coesa e mais solta ao mesmo tempo, até porque a tal Musical Companion é a mesma rapaziada desde o começo. Os três discos estão no mesmo nível, para mim, do jeito que fica difícil escolher qual o melhor, mas esse “desafio” eu deixo pra vocês.
Sendo assim, então, meus caros amigos, só me resta dizer: baixem, divirtam-se e, sim, comentem!




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sábado, 17 de outubro de 2015

O Encontro Marcado

 Fernando Sabino - O Encontro Marcado (1956)

Meados dos anos 80. Eu morava com minha irmã e sua família (marido e três filhos) em São Paulo, SP. Depois de passar um dia agitado e já prevendo uma insônia braba, fui escolher um livro da bela e eclética coleção do meu cunhado; entre tantas opções, acabei com dois livros nas mãos: “A Cidade e as Estrelas”, de Arthur C. Clarke e “O Encontro Marcado”, de Fernando Sabino. Há pouco tempo eu tinha lido “O Grande Mentecapto”, a divertida história de um anti-herói brasileiro de moldes quixotescos, e isso acabou pesando na escolha. Deixei de lado a ficção científica e me preparei pra adentrar o universo amineirado de Fernando Sabino.
O que eu não esperava era que a leitura me cativasse a tal ponto que me fizesse esquecer a insônia, o sono e tudo o mais à minha volta; pela primeira vez na vida eu li um livro assim “adulto” de uma só tacada, no espaço de uma noite.
As aventuras e desventuras de Eduardo Marciano denunciaram claramente ser uma maneira romanceada de Sabino escrever algumas de suas memórias; os “causos” de sua infância, a amizade eterna dos que seriam jocosamente e carinhosamente chamados, no mundo real, de “Os Cavaleiros do Apocalipse” (Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino); a vida em Belo Horizonte e sua ida para o Rio de Janeiro; todos os seus questionamentos existenciais; sua paixão pela literatura e a arte; os amores, suas delícias e suas decepções; as duras e doces realidades da vida.
Os "Cavaleiros do Apocalipse" eternizados em Belo Horizonte, MG

Quem diria que uma noite de insônia seria inesquecível e proporcionaria um marco na minha vida? Entre o estilo delicioso da escrita de Fernando Sabino, seu humor muito próprio e, claro, a história em si, algo que muito me chamou a atenção nesse livro foram as referências literárias – conforme o protagonista ia descobrindo autores e livros, muitos deles eram também apresentados a mim. Foi dessa forma que descobri, entre tantos outros, H. L. Mencken, esse sim “meu mal-humorado favorito”, que também me foi uma fonte de mudança e me influenciou em vários sentidos, tanto quanto Fernando Sabino, Tolkien, Stephen Hawking, Agatha Christie, John Milton, Augusto dos Anjos, Frank Herbert, Philip K. Dick, Noah Gordon, Neil Gaiman e tantos outros maravilhosos escritores.
Dessa forma, então, caros amigos, eu disponibilizo aqui, em pdf, esse livro, que foi tão importante para mim, na esperança de que alguém também seja tocado por essa maravilha e que também proporcione, como sempre desejo, muita diversão.

Wikipedia
e-biografias
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Heliopolis


Heliopolis - City Of The Sun (2014)

USA
Rock Progressivo
Scott Jones (vocais), Mike Matier (guitarra), Matt Brown (teclados, vocais), Kerry Chicoine (baixo, vocais) e Jerry Beller (bateria, vocais)
320 kbps, encarte completo

Site Oficial
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Heliopolis = City Of The Sun = Cidade do Sol. Nada mais adequado do que batizar a banda com este nome, afinal o quinteto é natural da ensolarada Los Angeles, California, mas, que diabos, eles tocam rock progressivo!! Nada de hard rock, hair metal, rock farofa, pop fútil (ops, quase um pleonasmo...) ou folk-rock de surfista. Esses caras me parecem estar bem deslocados... Por outro lado, da mesma forma que os também californianos The Beach Boys, suas músicas trazem mensagens positivas; aliás, da mesma forma que o Yes, que influencia a banda também musicalmente. Os integrantes são egressos de outras bandas bem bacanas: Ten Jinn, Mars Hollow e Gabble Ratchet (que é uma banda de tributo ao Genesis, mais uma grande influência). Permissão para interromper esse train of thoughts...
[Ultimamente venho escutando tudo o que tenho baixado de rock progressivo; o player toca por ordem alfabética e, no momento, estou nas bandas que começam com a letra H. Escutando o Handwrist me inspirei a fazer a postagem anterior e escutando esse disco do Heliopolis, não pude resistir. Primeiro porque o disco é sensacional, em todos os sentidos, todas as músicas são realmente muito boas; segundo, e foi o que mais me chamou a atenção, a voz de Scott Jones soa muito próxima à do Geddy Lee, mas bem diferente ao mesmo tempo, não sei bem explicar (de certa forma, o timbre e a forma de cantar de Scott Jones são, de certa forma, mais agradáveis, talvez seja mais polida que a do mano Gary...); e aqui, mais uma vez, o Rush também tem uma enorme influência no som da banda; terceiro, os caras tocam muuuuito!]
Essa coisa da influência... É meio difícil de escapar, mas o que vale mesmo é o que se faz com ela, se é usada para o bem, de forma criativa, ou para o mal, soando como mera cópia; o caso aqui é, definitivamente, o primeiro. Eu poderia citar aqui trocentas bandas que correspondem a ambos os casos, mas não é esse o objetivo dessa postagem. Yes, Genesis e Rush – excelentes referências, mas ainda tem mais: King Crimson completa a ala dos medalhões e ainda tem espaço pra Big Big Train, The Flower Kings, Transatlantic e Citizen Cain – não tá fraco, não!! rsrsrs. Só espero que, depois de lançarem um disco tão bom quanto esse, eles continuem a nos presentear com novas e ótimas obras.
Agora só falta dizer uma última coisa: baixem, escutem e divirtam-se! 



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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Handwrist



Handwrist

Nós, brasileiros, em geral, temos uma impressão muito errada sobre nossos irmãos lusitanos, de que são gordos, bigodudos, andam com um galho de arruda na orelha, que são todos viciados em bacalhau, sardinhas, vinho verde e pastel de Santa Clara, que adoram chafurdar na tristeza do fado, e todos os demais clichês e falsos estereótipos que possamos imaginar; e isso sem contar os zilhões de piadas que só denigrem os lusos (mesmo que estas sejam engraçadas... rsrsrs). Ledo engano... Em se falando de música, nem só de fado e Madredeus vive a música portuguesa! Só pra constar: José Cid, Quarteto 1111, Banda do Casaco e A Presença das Formigas, rock progressivo de primeiríssima qualidade; Xutos & Pontapés e Delfins, pop rock irmão de várias bandas brasileiras do mesmo gênero; Moonspell, o equivalente português ao Sepultura, no sentido de ser “a banda de metal que deu certo fora do país”; You Can’t Win, Charlie Brown, banda indie cujo magnífico disco “Chromatics” eu postei aqui em 2012, entre tantas e tantas e além, e, finalmente, o objetivo desta postagem: Handwrist.
Handwrist, na verdade, é o projeto do faz-tudo Rui Botelho Rodrigues, que compõe, toca todos os instrumentos, canta, arranja, produz, grava, faz capa, escreve, divulga e sei lá mais o quê... rsrs O cara me parece ser um daqueles gênios workaholics, cheio de ideias e conceitos, com uma visão musical que transcende a barreira de países, línguas e linguagens artísticas, derretendo preconceitos e privilegiando a criatividade. Rui faz o tipo de música que eu mais curto: música inrotulável, inclassificável em gêneros e estilos diversos. É claro que podemos ver a influência de muitos tipos de música e de artistas e bandas em sua obra. Se dilapidarmos ao máximo, o núcleo da coisa toda é o rock, mas, mesmo esse, é feito de maneira muito peculiar – é só conferir o que deve ter sido suas primeiras gravações, no que ele chamou de Handwrist B-Sides: rock alternativo falsamente cru e pesado, cheio de referências inusitadas (tais como Smashing Pumpkins, Tool, Nine Inch Nails, Isis, Queens Of The Stone Age, entre outros) e de experimentalismos diversos.
Ao ver discografia do Handwrist como um todo, percebe-se uma evolução cheia de detalhes, que parece ter iniciado com um pé fincado no post-rock e no post-metal (esses, sim, “gêneros” que são um verdadeiro saco de gatos de bandas que fazem um som inrotulável), mas que com o tempo foi recebendo e agregando cada vez mais doses de outras vertentes musicais, como rock progressivo, jazz/fusion, avant-garde, psicodelias em geral, space rock – escolha no menu... Para aqueles que gostam de tentar colocar as coisas em uma caixinha, que é pro cérebro digerir com maior facilidade, imagine uma louca mistura de Frank Zappa, Ozric Tentacles, Hawkwind, Explosions In The Sky, Mogwai, Soft Machine, world music, new age, ambient music, grunge, Miles Davis e Tool. Tudo isso e nada disso ao mesmo tempo fazem do Handwrist o projeto musical que mais tem me instigado nos últimos tempos. É daquele tipo de música em que sempre encontramos algo novo em cada audição. Música pra quem gosta de música, de verdade. E o melhor de tudo: a alma abnegada de Rui Botelho Rodrigues deixa tudo lá na sua página do Badcamp pra todo mundo baixar no esquema “pague quanto quiser” – melhor impossível!! Além disso, confira o blog dele, que vale muito a pena.
Como eu não tive que upar nenhum disco (afinal tá tudo lá no Bandcamp), dei uma caprichada no texto e aproveitei pra curtir mais um pouco desse som totalmente excelente. Dessa forma, então, meus caros amigos, só me resta dizer mais uma coisa: divirtam-se!!

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sábado, 3 de outubro de 2015

Baby Animals


 Baby Animals - Baby Animals (1991)

Australia
Rock + Hard Rock + Pop
Suze DeMarchi (vocais, guitarra), Dave Leslie (guitarra), Eddie Parise (baixo), Frank Celenza (bateria)
320 kbps, encarte completo
Wikipedia
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Em 1991 a MTV estava bombando no Brasil; foi, definitivamente, uma época boa para a música em geral. Entre tantos e tantos lançamentos de peso naquela época (só pra citar alguns: Nevermind, Ten, Achtung, Baby!, Blood Sugar Sex Magik, Metallica, Blue Lines, Out Of Time, Badmotorfinger...), muitos discos meio que acabaram ficando relegados a um outro plano, mesmo que fossem também excelentes. Foi o que aconteceu a este aparentemente despretensioso disco de estreia da banda australiana Baby Animals.
Ainda lembro do Gastão (Moreira, um dos primeiros e mais bacanas VJs da MTV) apresentando o vídeo de “Rush You”, dizendo para não prestarmos atenção só na cantora gata, porque a música também era muito boa (ou qualquer coisa nesse sentido...); entrou o tal vídeo e já o riff inicial me deixou com aquele sorrisão, aí a moça cantou, me derreti, peguei logo o refrão chiclete, cantei e fiquei amarradão. Naquela época não tinha Google, YouTube, Wikipedia... Um tempo depois, mais video clips matadores foram aparecendo na MTV: “Early Warning”, “Painless”... Acabei encontrando o CD numa locadora; virou um lado de uma Basf Chrome 90 rapidim!
O caso, meus caros, é que o disco é realmente totalmente excelente! Aquele clássico caso de primeiro disco em que a banda entra no estúdio cheia de tesão pra gravar as suas melhores músicas, já mais do que ensaiadas e experimentadas em shows. E os caras conseguiram fazer um ótimo trabalho, com uma produção que privilegia a energia de uma banda que toca (e sabe tocar!) ao vivo; músicas diretas, ótimas composições, refrões chicletudos, riffs marcantes, praticamente um hit atrás do outro; tudo embalado pela deliciosa voz da linda Suze DeMarchi.
O disquinho acabou virando um dos meus preferidos, mas como o tempo passa e com tantas novidades surgindo, acabei deixando esse disco num lugar meio remoto da minha enfumaçada memória. Até que algumas semanas atrás eu me deparei com a (breve) discografia postada em um site (se não me engano, no IsraBox). Nessa hora me veio à cabeça tudo aquilo que acabei de escrever aí em cima. Por essas e por outras, fiquei afinzão de compartilhar esse disco com os amigos, o que só aumentou minha vontade reativar o blog – o clássico caso de causa & efeito usado como desculpa para fazer aquilo que vinha sendo adiado por mais tempo do que deveria.
Assim, então, está explicado o porquê de eu escolher esse belíssimo exemplar de boa música para ser o primeiro a ser postado no meu retorno ao blog.
Que todos se divirtam!
PS: é claro que a música se chamar RUSH you” foi um fator culminante para eu curtir a banda... rssrsrsrs

 


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